Olá amigos, como sabem o meu romance já tem cerca de dois anos (Maio de 2015),
nasceu com uma lágrima e terminou com um sorriso! Pois bem, quem leu o meu livro sabe que existe uma ou outra parte digamos mais «Hot Hot Hot»...Aqui levanto um pouco o véu...Quem quiser conhecer a história na íntegra por favor adquirir o livro:
Um Amor e Um Trapézio
Vídeo
«Kevin sentou Soraia no sofá da
sala, foi buscar a caixa dos primeiros socorros, tirou a
caixa da água oxigenada, um algodão e um penso rápido....
Embeveceu o algodão na água oxigenada e dirigiu a
sua mão ao joelho de Soraia, esta que tremia a perna de
uma maneira que não conseguia controlar, como se tivesse
uma espécie rara de «Parkinson amorosa»...Kevin
ao mesmo tempo que desinfetava a ferida fitava-a nos
olhos, lambeu suavemente os seus lábios e olhava para
a boca de Soraia. Toda ela parecia uma plataforma vibratória
com descarregamentos de energia incontroláveis,
embora ela tentasse aparentar a maior calma do
mundo.
– Está a arder? Perguntou num tom malandro.
– Um pouco, mas dizem que tudo o que arde cura!
Retorqui-o ela.
Riu-se Soraia, sem perceber a pequena maldade
de Kevin com a pergunta. Friccionou mais um pouco... ( continua)...
– Tens um corpo lindíssimo e um rosto de boneca,
quem sabe não darias uma bela artista de circo... é pena que
não tenhas nascido no meio de nós, vens de outro mundo,
outra vida, mas és uma bela patega!...– Patega? Retorqui-o Soraia com ar de reprovação,
não percebendo a piada de Kevin.
– Sim. Nós, os saltimbancos, ou saltins para abreviar,
chamamos as pessoas como tu, que não trabalham
no circo de pategos! Sem ofensa, claro!
– Ahh percebi Kevin. Mas um patego não pode
mudar para saltim?
– Um patego é sempre um patego... mundos diferentes...
Soraia recebeu aquelas palavras meio desanimadamente,
sentiu vontade de dizer-lhe que não pensasse
dessa forma, porque quando se quer tudo se consegue,
não há mundos diferente, há sim maneiras diferentes
de cada um ver a vida. Mas achou que ele lhe ia achar
louca e precipitada ou convencida, querendo tomar lugar
num mundo que o que ela apenas ainda tinha visto
era a fachada, o conteúdo estava muito longe de ser
visto assim com vista desarmada... ( continua)...
Kevin subitamente inclinou-se de forma ligeira contra
ela, entrelaçou a sua mão na cintura de Soraia e aproximava-
se cada vez mais dela, os seus olhos não piscavam
mais, Soraia estava quase que embalsamada, ao sentir o
aproximar de Kevin na sua direção cada vez mais perto,
ela sentia o odor do seu perfume, da sua pele, o toque da
sua mão forte a agarrar-lhe a cintura, Soraia estava quase
a desfalecer de desejo, Kevin aproximou-se ainda mais, e
preparando seus lábios para lhe... ( continua)... »
«O som da música tocava na aparelhagem mais uma vez, Kevin estava especialmente atraente, os
seus cabelos ondulados, faziam cócegas ao passar pela pele suave de Soraia que sorria
ingenuamente....
Depois de tantos dias à espera dele, ela não queria perder mais nenhum segundo do
precioso tempo de vida. Ela tinha certeza mais que absoluta que queria se entregar a ele, sem
pensamentos contraditórios, sem inseguranças, apenas com amor, não importava se ficariam juntos
para sempre, o que contava era que aquele momento ia ser sim para sempre.
Kevin percebeu isso no seu olhar e não deixou escapar em branco. Ele sabia que tinha chegado a hora, o relógio dela estava agora à mesma hora do relógio dele. Pegando-a suavemente mas com a força necessária levo-a em beijos da cozinha para o seu quarto. Certificou-se de que as janelas estavam minimamente fechadas de modo a que ninguém do exterior os visse. Pegou nela como se fosse uma marioneta e deito-a na cama à sua plena disposição.
Soraia olhava nos olhos dele, sentido o seu corpo plenamente em cima do dela. Kevin passava-lhe novamente as mãos pelo corpo como se ela fosse uma autoestrada com
via verde, apertava as suas nádegas com as mãos, sentia a dureza dos seus seios contra o peito dele, beijando-a sem nunca parar.
Kevin sabia como satisfazer uma mulher, e mesmo sabendo que se tratava da primeira vez de Soraia ele quis dar o melhor se si. Ele queria deixar nela uma memória dele e da primeira vez para toda a vida, mas será que queria ele ficar com ela a vida toda?
Kevin, começara a despir Soraia lentamente, começando por desabotoar os botões do seu vestido que era branco, tão puro quanto ela. Puxou-lhe uma manga e depois outra com os seus dentes, dando-lhe
suaves mordidelas no pescoço e sentindo-a vibrar de prazer, ela encontrava o seu porto seguro
agarrando-se ao pescoço dele, não sabia o que haveria de fazer com as mãos. Kevin não se
importava, não lhe dava dicas nem lhe questionava, apenas disfrutava dela e fazia lhe disfrutar dele
como ela bem entendesse. Com o vestido a meio das pernas ele...»Continua em Um amor e um trapézio..