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Ricardo e Libório... Amor é amor Ponto Final...


Meus amores, hoje trago para vocês uma historia de amor! Alias é o amor que enche e preenche a nossa vida. Ricardo e Libório um amor não de sempre mas para sempre...O amor é universal, é incondicional e o amor não tem sexo, ele é energia ele é sentimento ele é amor...Mais forte que o preconceito é o mais puro sentimento sem explicação consensual, pois cada pessoa tem a sua definição de amor.

Não é preciso explicar tudo por palavras, porque o melhor da vida não se diz, apenas sente-se! Esta historia, este exemplo de amor diz me muito pois Libório é meu primo lindo que eu amo muito e que desde pequeno o acompanho, sempre com um olhar cativante e um sorriso cheio de luz, cheio de carinho, cheio de amor. Libório é o meu primo do coração, vi crescer, vi ele tornar-se um homem e nunca mas nunca perdeu a sua essência o seu carisma, lembro-me dele pequeno sempre a dar afecto, a dar abraços, beijinhos a dar simplesmente a mão, ele cresceu e o carinho e amor cresceram com ele. Obrigada meu primo mais lindo por todo o amor que tens dentro de ti e que sempre me demonstras-te, tenho um orgulho enorme em ser tua prima. Obrigada... 

Ricardo meu novo primo, pois se é o homem da vida do meu primo Libório também já faz parte da minha família,  e foi um gosto e um orgulho imenso te conhecer, e perceber que és um sorriso aberto para o mundo, um menino doce e cheio de qualidades e amor no coração. Obrigada por seres quem és e quero ter-te sempre por perto.

Venham então daí conhecer esta historia de amor...



Nome: Ricardo Correia
Idade: 21
Data Nascimento: 24-12-1996
Signo: Capricórnio
Profissão: Vendedor de Loja
Naturalidade: Funchal, Madeira





Nome: Libório Aguiar
Idade: 20
Data Nascimento: 18-10-1998
Signo: Balança
Profissão: Contabilidade 
Naturalidade: Funchal, Madeira



Margarida Menezes: Como definem a palavra «amor»?

Ricardo Correia: Sou completamente fã desta palavra, desde sempre creio eu, embora durante algum tempo tenha tido muita dificuldade em interpreta-la e até mesmo expressá-la, até há bem pouco tempo não era de mostrar afectos só porque sim, sempre o fiz de uma forma reservada, quem me conhece sabe do que falo.


Mas para mim, AMOR, é tudo, seja vindo da família, dos amigos ou da pessoa com quem estamos. É a base de que todos nós precisamos. 

Amor é uma palavra pequena, que carrega um grande significado, que, eu com 21 anos arrisco-me a dizer que quase que aposto que muita gente ainda não sabe o seu verdadeiro significado.
Para mim, o mais importante na vida é o AMOR. Sem ele nada acontece, nada é possível e nada tem significado. 


O amor é a chave da felicidade, é ele que nos faz SENTIR, que nos faz VIVER e que nos faz AMAR e ser AMADO. É o amor que faz a diferença. É ele que une vidas, que cria famílias, e que liga corações. É ele que transforma o difícil no mais fácil, que diminui a dor e que nos faz sentir emoções. 

Só quem ama é que sabe o que realmente é o Amor e qual a sua dimensão. Ele é universal, é ímpar, só existe um, só existe uma forma de amar e basta ser verdadeira para ser para sempre.




Aconteça o que acontecer eu, vou seguir sempre o meu caminho com amor no coração, porque com ele é tudo mais fácil.

Libório Aguiar: A palavra amor é aquela palavra que tem inúmeros significados, todos eles diferentes, dependendo da visão de cada um de nós. Para mim, amor é ter cumplicidade, em tudo na vida, seja nas alegrias, nos sonhos, na felicidade e até mesmo nos insucessos que possam surgir. É caminhar um ao lado do outro, contra tudo e todos, sempre de mãos dadas. Venha o que vier! É saber estar, conviver e ter acima de tudo respeito pelo outro. Amor é ser feliz! 



Amor é amor sempre, e não existe um amor homossexual, outro heterossexual, ou de outro tipo qualquer. Amor é amor. E é isso que existe! Ninguém ama um sexo ou até mesmo uma definição. Ama-se uma pessoa pelo inteiro e não por partes. O amor é só amor. O resto… é resto!






Margarida Menezes: Como começou então a vossa história de amor?

Ricardo: A tal pergunta que nunca falta a quem nos aborda com este tema. A mais fácil que no fundo é a mais difícil de responder, falo por mim.
Considero-a difícil porque remete-me para uma fase menos boa da minha vida, (a morte da minha mãe) À qual o Libório fez com que aceitasse e que fosse esquecendo aos poucos, mas que até hoje deixa marca. E vai deixar sempre…

A nossa história começou de uma forma muito simples, e rápida também. Acredito que estava assim destinado a acontecer, por diversas situações a que nós os dois chamamos de “coincidências da vida”. Conhecemo-nos num dia, no outro fomos ao café, onde esperei por ele mais de uma hora (pensei seriamente em ir embora) e no outro ele foi ver um dos meus desfiles e logo no outro pelas 23:30, ele fez a tal pergunta, que nos uniu até os dias de hoje.


Como podes perceber, foi tudo muito rápido, mas se assim aconteceu, porque não? Porquê e para quê estar à espera do momento certo?



Está tudo certo, como diz a Ferreirinha! Parece que tudo tem lógica, e que foi feito para acontecer mesmo assim.
O Libório defende que foi a minha mãe que o encaminhou para a minha vida, e eu partilho da mesma opinião. Pode parecer banal e estranho, mas faz mesmo sentido.


Há muitas coisas simples que nos acontecem que olhamos um para o outro e dizemos: “é o destino”, “mais uma coincidência”. E que assim seja por muito tempo.

Sabes, o teu primo Libório foi de facto a pessoa que me fez querer dar um dos maiores passos que já dei até hoje na minha vida. Foi ele que me fez ver o que estava mesmo diante de mim e que eu não via por diversas razões. Foi através dele que senti a necessidade de dar o tal passo, passo esse que construiu aos poucos a nossa base, a nossa relação. Sim, porque é tudo muito bonito, muito perfeito, mas só ao inicio, depois começam a aparecer as divergências, os atritos e a falta de “pachorra” para muitas coisas.

É preciso saber construir e moldar ao outro, para que as coisas resultem. Só assim iremos conseguir encontrar o nosso caminho.
“Amor é Amor Sempre, e quando se ama, ama-se, ponto final.”
Onde há amor, há verdade, e existindo verdade, está tudo certo.


Libório: Tudo começou da forma mais simples hoje em dia. Pelas redes sociais! Tudo teve início aí. Apesar de no dia seguinte termos estado juntos, tudo começou aí. Foi a base. Ao longo dos dias fomos nos conhecendo, e apesar de ter quase tudo acontecido repentinamente, soube que era isto que queria, que era aqui que estava bem.

Fomos-nos conhecendo como um casal normal, mesmo já depois de ter uma relação assumida, e hoje cá estamos nós. Mais de um ano depois, tal como no primeiro dia! Juntos, a viver por e para isto que é esta relação que nos une.





Margarida Menezes: No inicio sentiram alguma forma de preconceito em assumirem o vosso namoro, ou essa questão nunca se levantou?

Ricardo: Da minha parte houve sim preconceito, não vou mentir. Um preconceito misturado de medo e vergonha, o qual eu afastei rapidamente da minha cabeça.
Um dos factores que me “influenciou” bastante nessa mudança repentina foi a força do Libório, o acreditar dele e o “querer muito” da parte dele. Por mim ficava só entre nós e estava feito. Engraçado que essa força veio dele e não de mim, digo isto porque ele é mais novo, e por norma, aconteceria ao contrário, mas no nosso caso não, foi ele. (Ele que acabara de sair de uma fase bastante atribulada da vida dele, que tu podes testemunhar melhor que eu até) 

Ele quis logo contar para todos que nós namorávamos, que namorava comigo, e confesso que ao inicio achei tudo muito estranho e muito rápido, mas passado algum tempo percebi que até fazia sentido. Porquê esconder?

Não há tempo predefinido para nada, não há nada que me obrigue a esperar não sei quanto tempo para assumir uma relação, ou um pedido de casamento. Se duas pessoas que se juntam, sentem vontade para isso, e se acreditam que pode resultar, porque não?


Claro que há tempo para tudo. Mas o amanhã pode não chegar, é incerto, para quê perder tempo com medos?


Comecei a pensar assim depois de ter perdido a minha mãe. Num dia festejamos que ela estava livre do Filho da p*ta do cancro e no outro morreu de ataque de coração, nem me despedi dela no dia que ela se “despediu” desta vida.

E não há metáfora melhor que esta para percebemos realmente como as coisas são e a importância que o tempo tem nestas circunstâncias.
Desde aí, nunca mais perdi tempo com m*rdas. Se quero alguma coisa, faço por consegui-la, sem saber sequer do que os outros vão achar.
Nós pelo menos tentamos pensar assim. Viver como nós queremos e ter por perto só quem gosta de nós e acima de tudo, quem acredita em nós.


O preconceito está na mente das pessoas, está lá enfiado, e muitas vezes é muito difícil de o tirar de lá. É preciso, em alguns casos, ir lá e dar um abanão, para ver se faz luz naquelas cabeças.
É verdade que nem todos vão aceitar, não têm que aceitar, mas ao mesmo tempo que nós temos que aceitar que alguém não nos aceita, esse alguém também tem que aceitar que somos assim e só estamos a viver a nossa vida, da forma como queremos e entendemos.

Infelizmente não é fácil assumir uma relação como a nossa, porque ainda vivemos num período triste. Espero que a próxima geração já encare “isto” como uma coisa normal e que as pessoas sejam mais abertas. Tenho fé, apesar de tudo.

Libório: É claro que o início foi muito complicado. Pelo menos para mim, pois foi a primeira vez em que assumi algo com alguém do mesmo sexo que eu. É óbvio que ficou aquela sensação do não saber o que a família iria pensar, do que os amigos iriam dizer, etc. Não havia certezas de nada! Se nos iam aceitar, se não. Hoje em dia, essa questão nem se levanta. Família… A maioria tornou-se insignificante, não importando de todo a opinião que possam vir a ter. 

Quanto aos amigos, os verdadeiros mantêm-se, inclusive mantêm uma relação comigo e com o Ricardo de maneira completamente normal, e são tanto meus amigos como dele, sem nunca terem levantado uma questão sobre aquilo que somos. Os verdadeiros ficam sempre. E esses sabem e sei quem são.




Margarida Menezes: O amor tal como a liberdade, devia ser universal, mas hoje em dia parece que vivemos numa «liberdade camuflada». Quem ousa sair do padrão comum tem mil dedos apontados! Vocês são exemplo da expressão «Viver o amor sem medos». Qual o segredo?

Ricardo: Não é assim tão fácil quanto parece. É preciso muita coragem, para se conseguir sair do tal padrão comum, é preciso querer-se muito para enfrentar o olhar fixo e maldoso das pessoas, por exemplo. Mas nós não passamos muito por isso, porque eu, como tu sabes, tenho uma forma muito característica de me exprimir e de me “dar”. 


Na rua, nós dificilmente nos beijamos, é quase fora de questão, não por medo, mas por respeito. Pelas pessoas e por nós. Ninguém é obrigado a ver. Claro que quem não quer ver não olha, mas é mais a questão do respeito. A mim também me incomoda o facto de ver duas pessoas a se “lambuzarem” à minha frente, independentemente da orientação sexual. Não acho que seja necessário, a nossa intimidade é nossa, fica para nós.

O Libório tem muita dificuldade em perceber isso, por vezes ele pensa que faço por mal ou por não querer estar com ele. Mas não é nada disso. É assim que eu consigo ser.
Com isto, não estou a dizer que nunca trocamos afecto na rua, tem vezes que ele me abraça e me dá um beijo sempre rápido e vice-versa, mas eu chamo-o sempre à atenção, e quando sou eu a tomar iniciativa de lhe dar a mão ou até mesmo de lhe abraçar, ele espanta-se e fica a olhar para mim, como quem diz: “olha as pessoas, não te aproximes de mim. Cuidado.” Em tom de gozo. Mas tirando a parte de que prefiro namorar no nosso espaço, é bom sermos livres e toda agente saber que somos um casal, é uma sensação de quase como que estamos a conseguir marcar a diferença e a visão de muita gente.

O meu segredo, não digo “nosso”, porque temos formas diferentes de pensar e de agir, mas eu diria que é a arrogância misturada com força e amor, sem perder o respeito pelos outros claros, mas é isso, é o meu segredo para seguir com a minha vida em frente. Arrogância misturada com força e amor.
E se formos a ver, serve para tudo na vida, não só nesta circunstância, mas para tudo, há muita gente maldosa por ai, que não sabe lidar com a felicidade dos outros, e temos que saber lidar e afastar essas pessoas do nosso caminho.

Libório: A sociedade é o meio em que vivemos todos os dias, e acabamos sempre, bem ou mal, por viver numa «liberdade camuflada», como a chamas. É óbvio que querendo ou não, as pessoas vão sempre olhar, as pessoas vão sempre falar do que vêm, e cá na Madeira, não é excepção, muito mais quando vivemos num meio mais fechado onde as pessoas ainda têm uma mentalidade antiga.

Apesar de serem cada vez mais as pessoas que aceitam, ou simplesmente não opinam, há sempre aquelas que demonstram o contrário, e que apontam o dedo, como se namorar com um rapaz fosse crime, ou algo do género. Há que entender que independentemente de tudo e do que possam pensar, há é que ser feliz.

Não é regra que o homem foi criado para a mulher e vice-versa. Não há regras no amor! Amor é amor, é ser livre. E é esse pensamento que falta a muitas pessoas. Isto reflecte-se nas nossas atitudes para com a sociedade… Apesar de demonstrarmos amor, seja em casa, ou na rua, é claro que quando estamos no mundo cá fora, acabamos por nos retrair mais um pouco com medo daquilo que possam dizer.



Há que mudar mentalidades, e acredito que daqui a uns anos, ter uma relação homossexual, será tão normal como namorar com uma mulher. Por enquanto, esta é a sociedade que vivemos… Uma sociedade que precisa de evoluir e mudar pensamentos e mentalidades sobre este assunto, que acaba por ser considerado um tabu entre as pessoas.


Margarida Menezes: O que é que vocês mais gostam um no outro?

Ricardo: Remetendo-me para o primeiro dia que o vi, o que mais gostei nele foram os olhos, chamaram-me logo à atenção, aquele verde, depois o sorriso. São duas, coisas, que gosto muito nele. (ele vai se achar ainda mais depois disto)
Mas agora, conhecendo-o melhor gosto muito da essência dele, ele é um rapaz simples que luta pela vida. Ele dá valor ao simples, ao básico, e isso é muito importante.
Gosto também da voz dele, já lhe disse que podia apostar em cantar, mas ele diz que não sei o que digo, das pestanas, as famosas pestanas que não precisam de rímel ahaha. Gosto da letra dele e da organização dele, é tão organizado que às vezes até me irrita, com tanta coisinha que ele inventa para arrumar e organizar. Gosto sobretudo da pessoa que ele é, quem o conhece como eu ou até melhor sabe do que falo. Ele é muito boa pessoa.




Festa Sexy 20 CM! A festa mais sexy de cada ano!



Olá amores do meu coração! Hoje venho partilhar com vocês um pouco do que foi a festa Sexy 20 do Correio da Manhã, uma festa de sensualidade e cheia de glamour que existe todos os anos e em que eu já participo à muito tempo e é sempre um gosto ver corpos e caras bonitas não é mesmo? 

Este ano o Dress Code dizia: Completamente arrojado! Gostaram das minhas transparências? Espero que sim, pois eu gostei e isso é o que realmente importa, nós gostarmos de como estamos e como nos sentimos, o resto é conversa! Pois bem, vamos ao que realmente importa! Detalhes! 


Comecei a preparação da festa pelo cabelo! O meu cabelo é liso e sem muito volume, por isso basta uma pequena mudança para ficar diferente e com aspecto mais saudável e bonito, desta forma recorri aos cuidados da minha querida amiga e grande profissional Raquel Guedes, que tem um salão de cabeleireiro de nome: La Raquel, no Barreiro, ela tem umas mãos mágicas e basta pedir-lhe uma opinião ou dizer o que quero e ela faz melhor ainda!

Recomendo a 200 %! Mais que palavras fiquem com as fotos e a página dela para fazerem as vossas marcações!




 
Já estava a sentir-me uma verdadeira princesa e até houve alguém no salão, por sinal uma cliente que lá entrou que me disse a frase mágica: «Está uma princesa»! ADOREI! Obrigada...

Posto isto segui para casa, cheia de «cachos» e preparada para a maquilhagem! Confesso que não tenho jeito nem sei grandes ou nenhuns truques de maquilhagem, apenas faço o normal do dia-a-dia, mas acreditem até não fiquei assim tão mal!

Meti uma base, um pó bronzeador, uns brilhantes como sombra, passei o lápis preto nos olhos, o rímel básico e claro um batom rosa velho e estava quase pronta! 

Cabelo e maquilhagem feitos, fui vestir o meu vestido preto com transparecias e fiquei à espera do meu querido amigo Fernando Santos que demorou mais a se preparar do que eu! Como pode? Homens!


Lá fomos nós a caminho de Lisboa, a caminho da festa mais sensual do ano, e ao encontro de outro grande amigo meu, grande ser humano e excelente profissional da fotografia João Ramos!


Quem quiser seguir o trabalho do querido João Ramos clicar em baixo:



O ambiente estava mágico, a lua brilhava alta no céu e os sensuais do país estavam a chegar, e entretanto outros já por lá andavam, reencontrei pessoas que não via à bastante tempo, matei saudades e conheci novas pessoas, e isto é que é o bom e o bonito, conhecer gente nova a cada dia, novos sorrisos, novas essências, novos corações! 




Estas festas do rissol e do croquete são boas não só para a fotografia mas acima de tudo para a convivência, para os encontros e reencontros, para mostrar-mos ao mundo o nosso sorriso a nossa luz! Eu adoro, confesso! Há quem critique este tipo de festas, mas eu aplaudo! 

Quem critica mais do que aplaude nasceu com defeito de fabrico, nasceu revoltado com a sua própria essência, o que da minha parte só posso sentir pena, essas pessoas ainda têm muito que aprender, muito que evoluir, a vida é uma passagem apenas...Aprendam a vivê-la e não a criticá-la...



Adorei conhecer o grande ator do nosso país o grande senhor Rui De Carvalho! Que elegância, que brilho, que sabedoria que luz! Puder dizer-lhe o que ele representa na arte de representar na grandiosidade do seu ser do seu talento, e ser correspondida com uma humildade tremenda, com um sorriso aberto e com um obrigado sincero de quem não deve nada a provar a ninguém pois a sua carreira fala por si! Obrigada universo por esta honra!   



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