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27 Abril de 2019 Lançamento livro: Os Homens o Amor e a Fruta


Amores da minha vida! É com muito orgulho que vou partilhar com vocês as fotos oficiais do lançamento do meu terceiro bebé! 

O meu terceiro livro...OS HOMENS O AMOR E A FRUTA!



Foi um dia fantástico e cheio de emoções fortes, tanto estava ansiosa e super nervosa como ficava calma e confiante, mas a verdade é que as emoções são a nossa maior riqueza por isso é muito bom puder viver e sentir!  

Agradeço de coração a todos os presentes neste dia especial, é de facto nestas ocasiões importantes que sentimos e vimos quem realmente vale a pena ter por perto na nossa vida! 

Mais uma vez um agradecimento especial a estas magnificas pessoas:

João Ramos o meu querido amigo e grande profissional de fotografia que fez a espetacular Capa deste livro e as várias fotos de promoção do mesmo. Adoro-te és único!



Pedro Monteiro e Sandro Pereira os meus modelos lindos da capa e da sessão de promoção, pois foram excelentes desde o primeiro contacto, de um profissionalismo e humildade sem igual. Adoro vocês!



João Gomes gerente do espaço 137Louge na Avenida Almirante Reis onde foi feita a sessão fotográfica, naquele espaço lindo e maravilhoso que são os apartamentos 137Lux Residence.

Um agradecimento a toda a equipa fantástica e única da Cordel D Prata por todo carinho e dedicação desde o primeiro momento em que apresentei a minha obra para apreciação. Obrigada!



Um agradecimento também muito forte e especial à querida Aline Castelo Branco que fez o prefácio do meu livro e que é uma mulher e uma profissional maravilhosa na área dos relacionamentos do amor do sexo, enfim a Aline é um furacão! Obrigada por tudo!


Obrigada ao Manuel Luis Goucha e à Olivia Ortiz porque se não fossem eles a «espicaçarem» e a perguntarem para quando o meu terceiro livro quando sai da Casa Dos Segredos 7 eu provavelmente não o tinha escrito! Obrigada!

Nunca pensei escrever o primeiro quanto mais um terceiro! Mas a vida é assim uma caixa de surpresas muito boas!

Obrigada universo por me fazeres tão feliz

Agora só me falta plantar uma árvore e ter um filho...

Vamos a isso? Quem me ajuda a plantar a árvore? HAHAHAHAAHAH









Ricardo e Libório... Amor é amor Ponto Final...


Meus amores, hoje trago para vocês uma historia de amor! Alias é o amor que enche e preenche a nossa vida. Ricardo e Libório um amor não de sempre mas para sempre...O amor é universal, é incondicional e o amor não tem sexo, ele é energia ele é sentimento ele é amor...Mais forte que o preconceito é o mais puro sentimento sem explicação consensual, pois cada pessoa tem a sua definição de amor.

Não é preciso explicar tudo por palavras, porque o melhor da vida não se diz, apenas sente-se! Esta historia, este exemplo de amor diz me muito pois Libório é meu primo lindo que eu amo muito e que desde pequeno o acompanho, sempre com um olhar cativante e um sorriso cheio de luz, cheio de carinho, cheio de amor. Libório é o meu primo do coração, vi crescer, vi ele tornar-se um homem e nunca mas nunca perdeu a sua essência o seu carisma, lembro-me dele pequeno sempre a dar afecto, a dar abraços, beijinhos a dar simplesmente a mão, ele cresceu e o carinho e amor cresceram com ele. Obrigada meu primo mais lindo por todo o amor que tens dentro de ti e que sempre me demonstras-te, tenho um orgulho enorme em ser tua prima. Obrigada... 

Ricardo meu novo primo, pois se é o homem da vida do meu primo Libório também já faz parte da minha família,  e foi um gosto e um orgulho imenso te conhecer, e perceber que és um sorriso aberto para o mundo, um menino doce e cheio de qualidades e amor no coração. Obrigada por seres quem és e quero ter-te sempre por perto.

Venham então daí conhecer esta historia de amor...



Nome: Ricardo Correia
Idade: 21
Data Nascimento: 24-12-1996
Signo: Capricórnio
Profissão: Vendedor de Loja
Naturalidade: Funchal, Madeira





Nome: Libório Aguiar
Idade: 20
Data Nascimento: 18-10-1998
Signo: Balança
Profissão: Contabilidade 
Naturalidade: Funchal, Madeira



Margarida Menezes: Como definem a palavra «amor»?

Ricardo Correia: Sou completamente fã desta palavra, desde sempre creio eu, embora durante algum tempo tenha tido muita dificuldade em interpreta-la e até mesmo expressá-la, até há bem pouco tempo não era de mostrar afectos só porque sim, sempre o fiz de uma forma reservada, quem me conhece sabe do que falo.


Mas para mim, AMOR, é tudo, seja vindo da família, dos amigos ou da pessoa com quem estamos. É a base de que todos nós precisamos. 

Amor é uma palavra pequena, que carrega um grande significado, que, eu com 21 anos arrisco-me a dizer que quase que aposto que muita gente ainda não sabe o seu verdadeiro significado.
Para mim, o mais importante na vida é o AMOR. Sem ele nada acontece, nada é possível e nada tem significado. 


O amor é a chave da felicidade, é ele que nos faz SENTIR, que nos faz VIVER e que nos faz AMAR e ser AMADO. É o amor que faz a diferença. É ele que une vidas, que cria famílias, e que liga corações. É ele que transforma o difícil no mais fácil, que diminui a dor e que nos faz sentir emoções. 

Só quem ama é que sabe o que realmente é o Amor e qual a sua dimensão. Ele é universal, é ímpar, só existe um, só existe uma forma de amar e basta ser verdadeira para ser para sempre.




Aconteça o que acontecer eu, vou seguir sempre o meu caminho com amor no coração, porque com ele é tudo mais fácil.

Libório Aguiar: A palavra amor é aquela palavra que tem inúmeros significados, todos eles diferentes, dependendo da visão de cada um de nós. Para mim, amor é ter cumplicidade, em tudo na vida, seja nas alegrias, nos sonhos, na felicidade e até mesmo nos insucessos que possam surgir. É caminhar um ao lado do outro, contra tudo e todos, sempre de mãos dadas. Venha o que vier! É saber estar, conviver e ter acima de tudo respeito pelo outro. Amor é ser feliz! 



Amor é amor sempre, e não existe um amor homossexual, outro heterossexual, ou de outro tipo qualquer. Amor é amor. E é isso que existe! Ninguém ama um sexo ou até mesmo uma definição. Ama-se uma pessoa pelo inteiro e não por partes. O amor é só amor. O resto… é resto!






Margarida Menezes: Como começou então a vossa história de amor?

Ricardo: A tal pergunta que nunca falta a quem nos aborda com este tema. A mais fácil que no fundo é a mais difícil de responder, falo por mim.
Considero-a difícil porque remete-me para uma fase menos boa da minha vida, (a morte da minha mãe) À qual o Libório fez com que aceitasse e que fosse esquecendo aos poucos, mas que até hoje deixa marca. E vai deixar sempre…

A nossa história começou de uma forma muito simples, e rápida também. Acredito que estava assim destinado a acontecer, por diversas situações a que nós os dois chamamos de “coincidências da vida”. Conhecemo-nos num dia, no outro fomos ao café, onde esperei por ele mais de uma hora (pensei seriamente em ir embora) e no outro ele foi ver um dos meus desfiles e logo no outro pelas 23:30, ele fez a tal pergunta, que nos uniu até os dias de hoje.


Como podes perceber, foi tudo muito rápido, mas se assim aconteceu, porque não? Porquê e para quê estar à espera do momento certo?



Está tudo certo, como diz a Ferreirinha! Parece que tudo tem lógica, e que foi feito para acontecer mesmo assim.
O Libório defende que foi a minha mãe que o encaminhou para a minha vida, e eu partilho da mesma opinião. Pode parecer banal e estranho, mas faz mesmo sentido.


Há muitas coisas simples que nos acontecem que olhamos um para o outro e dizemos: “é o destino”, “mais uma coincidência”. E que assim seja por muito tempo.

Sabes, o teu primo Libório foi de facto a pessoa que me fez querer dar um dos maiores passos que já dei até hoje na minha vida. Foi ele que me fez ver o que estava mesmo diante de mim e que eu não via por diversas razões. Foi através dele que senti a necessidade de dar o tal passo, passo esse que construiu aos poucos a nossa base, a nossa relação. Sim, porque é tudo muito bonito, muito perfeito, mas só ao inicio, depois começam a aparecer as divergências, os atritos e a falta de “pachorra” para muitas coisas.

É preciso saber construir e moldar ao outro, para que as coisas resultem. Só assim iremos conseguir encontrar o nosso caminho.
“Amor é Amor Sempre, e quando se ama, ama-se, ponto final.”
Onde há amor, há verdade, e existindo verdade, está tudo certo.


Libório: Tudo começou da forma mais simples hoje em dia. Pelas redes sociais! Tudo teve início aí. Apesar de no dia seguinte termos estado juntos, tudo começou aí. Foi a base. Ao longo dos dias fomos nos conhecendo, e apesar de ter quase tudo acontecido repentinamente, soube que era isto que queria, que era aqui que estava bem.

Fomos-nos conhecendo como um casal normal, mesmo já depois de ter uma relação assumida, e hoje cá estamos nós. Mais de um ano depois, tal como no primeiro dia! Juntos, a viver por e para isto que é esta relação que nos une.





Margarida Menezes: No inicio sentiram alguma forma de preconceito em assumirem o vosso namoro, ou essa questão nunca se levantou?

Ricardo: Da minha parte houve sim preconceito, não vou mentir. Um preconceito misturado de medo e vergonha, o qual eu afastei rapidamente da minha cabeça.
Um dos factores que me “influenciou” bastante nessa mudança repentina foi a força do Libório, o acreditar dele e o “querer muito” da parte dele. Por mim ficava só entre nós e estava feito. Engraçado que essa força veio dele e não de mim, digo isto porque ele é mais novo, e por norma, aconteceria ao contrário, mas no nosso caso não, foi ele. (Ele que acabara de sair de uma fase bastante atribulada da vida dele, que tu podes testemunhar melhor que eu até) 

Ele quis logo contar para todos que nós namorávamos, que namorava comigo, e confesso que ao inicio achei tudo muito estranho e muito rápido, mas passado algum tempo percebi que até fazia sentido. Porquê esconder?

Não há tempo predefinido para nada, não há nada que me obrigue a esperar não sei quanto tempo para assumir uma relação, ou um pedido de casamento. Se duas pessoas que se juntam, sentem vontade para isso, e se acreditam que pode resultar, porque não?


Claro que há tempo para tudo. Mas o amanhã pode não chegar, é incerto, para quê perder tempo com medos?


Comecei a pensar assim depois de ter perdido a minha mãe. Num dia festejamos que ela estava livre do Filho da p*ta do cancro e no outro morreu de ataque de coração, nem me despedi dela no dia que ela se “despediu” desta vida.

E não há metáfora melhor que esta para percebemos realmente como as coisas são e a importância que o tempo tem nestas circunstâncias.
Desde aí, nunca mais perdi tempo com m*rdas. Se quero alguma coisa, faço por consegui-la, sem saber sequer do que os outros vão achar.
Nós pelo menos tentamos pensar assim. Viver como nós queremos e ter por perto só quem gosta de nós e acima de tudo, quem acredita em nós.


O preconceito está na mente das pessoas, está lá enfiado, e muitas vezes é muito difícil de o tirar de lá. É preciso, em alguns casos, ir lá e dar um abanão, para ver se faz luz naquelas cabeças.
É verdade que nem todos vão aceitar, não têm que aceitar, mas ao mesmo tempo que nós temos que aceitar que alguém não nos aceita, esse alguém também tem que aceitar que somos assim e só estamos a viver a nossa vida, da forma como queremos e entendemos.

Infelizmente não é fácil assumir uma relação como a nossa, porque ainda vivemos num período triste. Espero que a próxima geração já encare “isto” como uma coisa normal e que as pessoas sejam mais abertas. Tenho fé, apesar de tudo.

Libório: É claro que o início foi muito complicado. Pelo menos para mim, pois foi a primeira vez em que assumi algo com alguém do mesmo sexo que eu. É óbvio que ficou aquela sensação do não saber o que a família iria pensar, do que os amigos iriam dizer, etc. Não havia certezas de nada! Se nos iam aceitar, se não. Hoje em dia, essa questão nem se levanta. Família… A maioria tornou-se insignificante, não importando de todo a opinião que possam vir a ter. 

Quanto aos amigos, os verdadeiros mantêm-se, inclusive mantêm uma relação comigo e com o Ricardo de maneira completamente normal, e são tanto meus amigos como dele, sem nunca terem levantado uma questão sobre aquilo que somos. Os verdadeiros ficam sempre. E esses sabem e sei quem são.




Margarida Menezes: O amor tal como a liberdade, devia ser universal, mas hoje em dia parece que vivemos numa «liberdade camuflada». Quem ousa sair do padrão comum tem mil dedos apontados! Vocês são exemplo da expressão «Viver o amor sem medos». Qual o segredo?

Ricardo: Não é assim tão fácil quanto parece. É preciso muita coragem, para se conseguir sair do tal padrão comum, é preciso querer-se muito para enfrentar o olhar fixo e maldoso das pessoas, por exemplo. Mas nós não passamos muito por isso, porque eu, como tu sabes, tenho uma forma muito característica de me exprimir e de me “dar”. 


Na rua, nós dificilmente nos beijamos, é quase fora de questão, não por medo, mas por respeito. Pelas pessoas e por nós. Ninguém é obrigado a ver. Claro que quem não quer ver não olha, mas é mais a questão do respeito. A mim também me incomoda o facto de ver duas pessoas a se “lambuzarem” à minha frente, independentemente da orientação sexual. Não acho que seja necessário, a nossa intimidade é nossa, fica para nós.

O Libório tem muita dificuldade em perceber isso, por vezes ele pensa que faço por mal ou por não querer estar com ele. Mas não é nada disso. É assim que eu consigo ser.
Com isto, não estou a dizer que nunca trocamos afecto na rua, tem vezes que ele me abraça e me dá um beijo sempre rápido e vice-versa, mas eu chamo-o sempre à atenção, e quando sou eu a tomar iniciativa de lhe dar a mão ou até mesmo de lhe abraçar, ele espanta-se e fica a olhar para mim, como quem diz: “olha as pessoas, não te aproximes de mim. Cuidado.” Em tom de gozo. Mas tirando a parte de que prefiro namorar no nosso espaço, é bom sermos livres e toda agente saber que somos um casal, é uma sensação de quase como que estamos a conseguir marcar a diferença e a visão de muita gente.

O meu segredo, não digo “nosso”, porque temos formas diferentes de pensar e de agir, mas eu diria que é a arrogância misturada com força e amor, sem perder o respeito pelos outros claros, mas é isso, é o meu segredo para seguir com a minha vida em frente. Arrogância misturada com força e amor.
E se formos a ver, serve para tudo na vida, não só nesta circunstância, mas para tudo, há muita gente maldosa por ai, que não sabe lidar com a felicidade dos outros, e temos que saber lidar e afastar essas pessoas do nosso caminho.

Libório: A sociedade é o meio em que vivemos todos os dias, e acabamos sempre, bem ou mal, por viver numa «liberdade camuflada», como a chamas. É óbvio que querendo ou não, as pessoas vão sempre olhar, as pessoas vão sempre falar do que vêm, e cá na Madeira, não é excepção, muito mais quando vivemos num meio mais fechado onde as pessoas ainda têm uma mentalidade antiga.

Apesar de serem cada vez mais as pessoas que aceitam, ou simplesmente não opinam, há sempre aquelas que demonstram o contrário, e que apontam o dedo, como se namorar com um rapaz fosse crime, ou algo do género. Há que entender que independentemente de tudo e do que possam pensar, há é que ser feliz.

Não é regra que o homem foi criado para a mulher e vice-versa. Não há regras no amor! Amor é amor, é ser livre. E é esse pensamento que falta a muitas pessoas. Isto reflecte-se nas nossas atitudes para com a sociedade… Apesar de demonstrarmos amor, seja em casa, ou na rua, é claro que quando estamos no mundo cá fora, acabamos por nos retrair mais um pouco com medo daquilo que possam dizer.



Há que mudar mentalidades, e acredito que daqui a uns anos, ter uma relação homossexual, será tão normal como namorar com uma mulher. Por enquanto, esta é a sociedade que vivemos… Uma sociedade que precisa de evoluir e mudar pensamentos e mentalidades sobre este assunto, que acaba por ser considerado um tabu entre as pessoas.


Margarida Menezes: O que é que vocês mais gostam um no outro?

Ricardo: Remetendo-me para o primeiro dia que o vi, o que mais gostei nele foram os olhos, chamaram-me logo à atenção, aquele verde, depois o sorriso. São duas, coisas, que gosto muito nele. (ele vai se achar ainda mais depois disto)
Mas agora, conhecendo-o melhor gosto muito da essência dele, ele é um rapaz simples que luta pela vida. Ele dá valor ao simples, ao básico, e isso é muito importante.
Gosto também da voz dele, já lhe disse que podia apostar em cantar, mas ele diz que não sei o que digo, das pestanas, as famosas pestanas que não precisam de rímel ahaha. Gosto da letra dele e da organização dele, é tão organizado que às vezes até me irrita, com tanta coisinha que ele inventa para arrumar e organizar. Gosto sobretudo da pessoa que ele é, quem o conhece como eu ou até melhor sabe do que falo. Ele é muito boa pessoa.




Tive Cancro e sobrevivi...Nádia Teixeira um exemplo de vida...


Hoje trago para vocês, um exemplo de vida, uma menina/mulher que passou pelo cancro e que sobreviveu. Nádia Teixeira, teve cancro na mama, mas nunca baixou os braços, sempre acreditou que a vida era o caminho certo a percorrer, e guiada pela sua «estrelinha» no céu, ganhou forças e encarou a doença de frente.

O seu pensamento positivo ganhou asas e esse menino chamado cancro foi embora para nunca mais voltar. O cabelo caiu e voltou a nascer mais lindo, mais puro mais forte, até porque uma mulher não se resume a um «cabelo» mas sim a um coração e o dela é lindo saudável e puro. Obrigada minha vencedora!


Nome: Nádia Raquel Jesus Teixeira
Data: 06/07/1985


Margarida Menezes: Como te de defines como mulher? Quais as tuas principais qualidades e defeitos?


Nádia Teixeira: Sou uma mulher de armas, bem disposta e sempre pronta a ajudar quem precisa. Luto sempre pelos meus objectivos e perante as dificuldades da vida. Nunca desisto. O meu maior defeito é ser muito teimosa, porém a minha maior qualidade é estar sempre bem disposta.



Margarida Menezes: Recuando no tempo quando eras criança, como vias o «mundo dos adultos»?

Nádia Teixeira: Quando era criança, queria muito crescer, ver a vida de outra maneira, ser dos adultos, mas hoje em dia dava tudo para voltar a ser criança. 

Margarida Menezes: Acreditas no frase «O sonho comanda a vida»? Porquê?

Nádia Teixeira: Não. Na minha opinião o sonho só pode ser realizado se acreditarmos em nós e tivermos fé.

Se não lutarmos pelos nossos objectivos não realizamos os nossos sonhos.



Margarida Menezes: Sei que passas-te por uma fase menos boa na tua vida, mas ao falarmos das coisas mostra que somos mais fortes do que a doença. Quando descobris-te que tinhas câncer? 

Nádia Teixeira: De inicio desconfiava, fui ao médico várias vezes e segundo eles estava tudo bem, não tinha nada com que me preocupar, após dois anos, pedi uma segunda opinião e confirmaram o que mais temia. Tinha cancro na mama.

Margarida Menezes: Durante os processos de quimioterapia e radioterapia como era o teu estado de espírito? Acredito que a esperança e a fé nunca te abandonaram certo?

Nádia Teixeira: Como disse anteriormente, sou uma mulher de força e apesar de ter esta doença nunca me deixei ir a baixo, tive sempre forças para lutar, cada dia era uma nova batalha e graças a Deus, tudo correu bem. 

Hoje em dia fico feliz por conseguir ter ultrapassado esta etapa menos boa na minha vida. 
Acredito na fé, a minha maior esperança/força foi a minha estrelinha, a minha mãe que infelizmente faleceu com cancro.



Margarida Menezes: Que conselhos podes dar e queiras dar a quem passa pelo mesmo?

Nádia Teixeira: Em primeiro lugar, que aceitem a doença e que nunca achem que são menos mulheres porque não têm cabelo, porque uma mulher não se define pelo cabelo, mas sim pela vontade de vender, a força e a garra que transmitem para as pessoas. 

Margarida Menezes: És uma vencedora! Isto não é uma pergunta é uma afirmação e eu quero que me digas o porquê de seres uma vencedora? 

Nádia Teixeira: Como costumo dizer, nas grande batalhas da vida, o primeiro passo para a vitoria é vencer, e a vencedora sou eu!

Margarida Menezes: Uma mensagem que queiras deixar ao universo?

Nádia Teixeira: 

Nunca devemos baixar os braços perante as dificuldades da vida, devemos sempre agarrar as pedras que aparecem no nosso caminho e um dia construir um castelo.



Obrigada minha linda és linda de todas as formas


Vamos quebrar a abstinência com a Maleta Vermelha?


Como todos sabem o sexo está presente em toda a nossa vida, afinal de contas todos nascemos da junção do espermatozóide com o óvulo e para isso é preciso fazer o «amor». A vida, o amor o sexo tudo que é natural é bom. Eu sei que agora vocês estão a pensar que eu como vivo em abstinência sexual não posso falar ou escrever sobre sexo da forma como escrevo tanto nos meus livros, como nos meus contos eróticos na revista Maria, tanto como aqui no meu blogue. Enganam-se, porque eu sou movida a liberdade, eu tenho a liberdade de escrever o que eu quiser e tenho a liberdade de dar o meu corpo a quem eu quiser. Se eu ainda não quebrei a minha abstinência é porque ainda ninguém me pareceu valer a pena...

Como eu existem muitas mulheres na mesma situação e nestes casos mais vale brincar do que levar a vida tão a serio...

Hoje tenho uma entrevista cheia de sensualidade, brincadeira e erotismo para todos vocês homens e mulheres!

Um obrigada especial à directora geral Cláudia Sousa pela entrevista concedida. 

Vamos nos deixar apaixonar pela Maleta Vermelha? 



Margarida Menezes: Como surgiu a Maleta Vermelha? É apenas dedicada à sexualidade feminina ou os homens também têm direito?

Cláudia Sousa: A Maleta Vermelha surgiu em Espanha, a nossa CEO, começou a fazer jantares em casa com as amigas e como elas tinham problemas em ir ás sexshops, ela comprou uns quantos produtos colocou numa mala e começou a explicar ás amigas. 

Depois as amigas começaram a falar com as amigas, e ela de repente estava a mostrar a pessoas que não conhecia e toda a gente lhe fazia encomendas, então quando ela voltava à sexshop comprava os produtos e começou a ganhar percentagem. 

Até que um dia decidiu se estabelecer por conta própria e avançou com o negócio que hoje está em Portugal, Espanha, Uruguai e México e em breve noutros países. 



De uma simples demonstração de produtos, acabamos por formar um conceito muito interessante que junta a saúde sexual, o divertimento e aprendizagem nas nossas reuniões.

A Maleta Vermelha começou por ser só para mulheres mas aos poucos, os homens foram aderindo também e hoje em dia fazemos também reuniões mistas. E sim claro que têm direito. 

Somos da opinião que a sexualidade saudável é para todos, sempre chegamos a eles através delas.



Margarida Menezes: Quais os campos que a Maleta Vermelha abrange? 

Cláudia Sousa: Estamos muito viradas para a saúde sexual, recuperação do períneo pós-parto, a sexualidade tranquila sem tabus e barreiras e consciencialização da mulher que merece usufruir da sua vida sexual sem ser descriminada, abusada, violada. 

O respeito pelo seu corpo e pelas suas vontades, porque é bom ser um ser activo na sua sexualidade.



Margarida Menezes: Ainda existem tabus no sexo? 

Cláudia Sousa: Haverá sempre, depende muito das culturas e abertura de espírito. Encontramos ainda muitas pessoas que têm receio de falar de vários temas, que lhe mete nojo o sexo, ou que se recusam a ouvir falar sobre sexo de forma aberta e despudorada.

Margarida Menezes: Quais os produtos com mais procura?


«São essencialmente a cosmética erótica: Lubrificantes, estimulantes, velas de massagem e outros produtos para massagem. Depois temos a área de saúde sexual com muita saída também: o nosso óleo intimo, as bolas para exercício da musculatura vaginal, os tampões para fazer amor com o período, entre outros. Os brinquedos com mais saída são os mais suaves, como a pluma, algemas fofinhas, vendas para os olhos, ou a nossa esponja de banho e massagem em formato coração que tem um vibrador dentro e ainda o ovo tenga.»



Margarida Menezes: Qual o conceito da Maleta Negra?

Cláudia Sousa: A Maleta Negra surgiu da minha vontade de ir de encontro aos homensNo entanto tem sido difícil.

O homem acha que sabe tudo e na verdade não sabe nada, e acha também que não precisa pois o seu instrumento é sempre melhor que os outros. Mas os que já aderiram ao conceito e assistiram a uma reunião da Maleta Negra, gostaram bastante e têm recomendado, assim vamos quebrando as barreiras aos poucos.



Margarida Menezes: Como é o espírito das reuniões da Maleta Vermelha?

Cláudia Sousa: É normalmente super animado, no entanto encontramos todo o tipo de grupos. Nas despedidas de solteira por vezes ao contrário do que se espera o ambiente é mais calmo, pois muitas vezes são amigas da noiva mas não se conhecem umas ás outras. Quando se conhecem por vezes estão já alcoolicamente bem dispostas noutras vezes nem por isso mas normalmente com um espírito muito alegre. 

Nas reuniões standard ou mistas é comum encontrarmos por vezes alguns grupos mais sérios cujo o objectivos deles é mesmo aprender e nós acabamos também por aprender muito com todos os que se cruzam connosco pela partilha que se gera e histórias interessantes que nos contam.

Margarida Menezes: Uma mensagem que queira deixar sobre a sexualidade dos Portugueses?

Cláudia Sousa:

Acho que a sexualidade dos Portugueses vai bem e recomenda-se.
Façam mais amor e menos guerra (cliché).
E saiam de trás dos monitores e telemóveis, écrans em geral e proporcionem mais toque, mais olho no olho.


Para quem quiser conhecer melhor a Maleta Vermelha por favor carregar aqui no link em baixo:



Obrigada, escrevam-me para: margaridaprimeiravez@gmail.com 

Não tenham medo do ridículo porque ridículo é não ser feliz!  

Rapper Magnatão...

 
 
Olá amigos aqui está mais uma entrevista fresquinha de mais um artista revelação que sente e respira música...Vamos repar?


Raio X:

Nome: Magnatão
Data de nascimento: 11-03-1988
Naturalidade: Bolama bijágos(Guiné-Bissau) 
Profissão: Rapper



Margarida Menezes: Para quem não te conhece como te apresentarias?

MagnatãoSou uma pessoa humilde, sincera, directa e, amigo de todos. Não gosto de falsidade, mentira e hipocrisia. Gosto de ajudar e apoiar sempre quem precisa sem esperar algo em troca. 


Sou muito exigente comigo próprio, gosto de ver as coisas bem feitas, digamos que sou um perfeccionista, busco perfeição em tudo que eu faço. 


Margarida Menezes: Quando e como te inicias te na música?


Magnatão: Bem eu sempre gostei da música, sempre quis fazer a música, embora futebol era a minha grande paixão, mas tive que abdicar desse sonho de ser futebolista por motivos pessoais, e eu disse para mim mesmo vou focar primeiro nos estudos, que é o mais importante. 



Mas sobre a música, tudo começou em 2011 quando um amigo me disse: "Magnatão tu tens tudo para ser um grande rapper, conhecimento, bom flow, porque não levas isso a sério?". Daí eu optei pela música, propriamente rap. Desde então nunca mais parei. 


Margarida Menezes: Como defines o teu estilo musical? Em que te inspiras?

Magnatão: Eu sou uma pessoa de mente aberta, oiço quase de tudo, desde Jazz, R&B, Metal, Pop, por aí fora, mas a minha cena mesmo é Rap. 




Inspiro nos acontecimentos de dia a dia, o que eu vejo na rua, nas pessoas que me rodeiam! 


Margarida Menezes: Qual o teu Objectivos/sonhos na vida?


 Magnatão: Objetivo é levar o meu rap ao mais alto nível, quanto aos sonhos, quero que as pessoas me valorizam e reconhecem pelo meu trabalho! 


Margarida Menezes: Define a mensagem real do teu trabalho "Hora di Caça"? É uma mensagem forte não?


Magnatão: Não a considero uma mensagem forte, essa é a minha realidade, é a realidade que vivemos. Acho que um rapper tem que ser mais sincero e verdadeiro possível no que diz nas letras. 


Margarida Menezes: E as meninas bonitas dos teus vídeos? És um homem sempre bem acompanhado?


Magnatão: Isso é uma pergunta um pouco difícil kakakaka, mas pronto não sou de muitos rodeios, a verdade é que eu sempre dei bem com mulheres, elas sempre fizeram parte da minha vida. Isso nunca foi problema. Eu sou do povo(risos).


Margarida Menezes: Qual a mensagem que queres deixar ao teu público e ao universo?



Magnatão: Para aqueles que acreditam nos seus sonhos, nunca desistam, na vida nada é fácil, muitos vão dizer que tu não consegues, que não és capaz, mas prova-lhes o contrário. 



Tu consegues sim. Com muito esforço e dedicação tudo é possível! One Love para todos os guerreiros/Guerreiras. 




Estamos juntos! One 







Obrigada e sucesso mil

Beijinhos

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